Transparência

Transparência do orçamento ao pagamento

Nenhum tratamento odontológico sério tem preço de tabela. Esta página explica o que forma o valor, como você paga e o que esperar do orçamento.

Por que não existe tabela de preço aqui

Você digitou "quanto custa" e chegou nesta página esperando um número. A resposta honesta é que qualquer número publicado antes de examinar a sua boca seria chute — e chute em odontologia sempre vira orçamento revisado no meio do tratamento.

Um exemplo concreto: duas pessoas pedem "lente de contato dental nos dentes da frente". Na primeira, os dentes estão alinhados, a gengiva saudável e são seis dentes. Na segunda, há uma gengivite a tratar, uma restauração antiga infiltrada, bruxismo que exige placa de proteção e dez dentes aparecendo no sorriso. É o mesmo pedido e são dois tratamentos completamente diferentes — em etapas, em tempo e em custo.

Há ainda a razão ética: o Código de Ética Odontológica proíbe o uso de preço como chamariz publicitário. Por isso não existem aqui promoções, contagem regressiva ou "de/por". O valor é apresentado individualmente, por escrito, depois da avaliação clínica.

O que forma o valor de um tratamento

FatorComo ele mexe no valor
Número de dentesO item que mais pesa em tratamentos estéticos. Seis dentes e dez dentes são orçamentos diferentes.
Material escolhidoPorcelana e cerâmica custam mais que resina e duram mais, com melhor estabilidade de cor. Em implantes, marca e sistema do pino também variam.
Trabalho de laboratórioLentes, coroas e próteses são confeccionadas por um técnico em prótese dentária. Esse trabalho é parte relevante do custo — e é o que separa uma peça bem caracterizada de uma peça padronizada.
Tratamentos préviosCárie, canal, gengiva inflamada e extração precisam ser resolvidos antes da parte estética. Entram no plano como etapas próprias.
Exames de imagemImplantes exigem tomografia; outros casos, radiografia panorâmica ou periapical.
Número de sessõesMais etapas significam mais tempo clínico reservado com exclusividade para você.
ManutençãoPlaca de proteção para bruxismo, retoques de clareamento e revisões periódicas fazem parte do plano — e é melhor saber disso no começo.

Como o orçamento é apresentado

  1. Avaliação clínicaExame, registro fotográfico e exames de imagem quando indicados. Sem essa etapa não há orçamento.
  2. Plano de tratamento por escritoCada etapa discriminada, com o que ela resolve e quanto custa. Você leva o documento para casa.
  3. Opções, quando existemQuando há mais de um caminho clínico aceitável — resina em vez de porcelana, prótese em vez de implante —, as alternativas são apresentadas com vantagens, limites e diferença de valor.
  4. Decisão sem pressaNada começa no mesmo dia por pressão. Tratamento estético é decisão que se toma com o orçamento na mão.
  5. Aditivo só com aprovaçãoSe aparecer uma condição não identificável no exame inicial, você é avisado antes e recebe um novo orçamento para aprovar.

Formas de pagamento

Preencher antes de publicar Confirmar com o consultório e listar aqui: formas de pagamento aceitas (dinheiro, Pix, débito, crédito, boleto), número máximo de parcelas e se há juros, uso de financiamento odontológico se houver, e a relação de convênios atendidos — item que também destrava as 12 páginas de convênio previstas na Fase 3 do plano. Enquanto não houver confirmação, não publicar nome de plano de saúde: anunciar convênio não atendido gera reclamação e pedido de reembolso indevido.

As condições de pagamento e de parcelamento são apresentadas junto com o orçamento, antes de qualquer procedimento começar. Se o parcelamento for decisivo para você, diga isso já no agendamento: o plano de tratamento pode ser organizado em etapas, de forma que cada fase seja concluída e paga antes da seguinte.

Como comparar orçamentos de dentistas diferentes

Se você está pedindo orçamento em mais de um consultório — e é razoável que esteja —, compare o que está dentro de cada um, não só o número final:

  • Quantos dentes estão incluídos no valor;
  • qual material será usado, com nome e tipo, e quem é o laboratório;
  • o que precisa ser feito antes e se já está no orçamento ou vai ser cobrado à parte;
  • quantas sessões e em quanto tempo;
  • o que acontece se algo quebrar — qual o prazo de garantia e o que ela cobre;
  • quem executa o tratamento e qual o número de registro no CRO desse profissional;
  • se a manutenção (placa de bruxismo, revisões, retoques) está prevista.

Um orçamento bem mais barato que os outros costuma explicar-se por um destes itens ausentes. Vale perguntar qual.

Sobre garantia

Trabalhos odontológicos têm proteção do Código de Defesa do Consumidor, e o consultório informa por escrito o prazo e as condições de garantia de cada tipo de trabalho. O que nenhuma garantia cobre é o que depende de você: higiene, comparecimento às revisões, uso da placa de proteção quando indicada e trauma. Isso é dito no começo, não depois que a peça fratura.

Perguntas frequentes sobre valores

Por que o site não mostra uma tabela de preços?

Por duas razões. A primeira é clínica: o mesmo tratamento tem custos diferentes conforme o número de dentes, o material escolhido e o estado de saúde bucal de cada paciente. A segunda é ética: o Código de Ética Odontológica proíbe usar preço como chamariz publicitário. O orçamento é fechado e entregue por escrito depois da avaliação clínica.

Dá para parcelar o tratamento?

Sim. As formas de pagamento aceitas e as condições de parcelamento são apresentadas junto com o orçamento, por escrito, antes de qualquer procedimento começar.

O orçamento pode mudar durante o tratamento?

O orçamento aprovado é o que vale. Se durante o tratamento aparecer uma condição não identificável no exame inicial — uma fratura sob restauração antiga, por exemplo — você é avisado antes, e um novo orçamento é apresentado para a sua decisão. Nada é executado sem aprovação.

Vocês atendem por convênio odontológico?

A relação de convênios atendidos é confirmada no momento do agendamento, pelo WhatsApp. Vale confirmar antes de se deslocar até o consultório.

O que costuma tornar um tratamento mais caro?

Basicamente três fatores: a quantidade de dentes envolvidos, o material escolhido (porcelana e cerâmica custam mais que resina, e duram mais) e a necessidade de tratamentos anteriores — como tratar uma gengiva inflamada ou um canal — antes da parte estética.

Quer o número do seu caso? Agende a avaliação — é a partir dela que o orçamento é montado.

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Dr. Antônio Matias · Responsável técnico · CRO-SP 148.430 · Rua General Teles, 1465, 7º andar, sala 72 — Franca-SP